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Sobre a pesquisa presidencial do Datafolha


15/04/2018 17:46:01

Dificilmente o ex-presidente Lula vai conseguir a liberação para sua candidatura neste ano, principalmente por conta da Lei da Ficha Limpa. Mesmo assim, o nome dele apareceu na pesquisa Datafolha divulgada hoje, como líder.

Afora o fato de a população, que tanto clama por combate à corrupção prestar-se a optar por alguém que foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, o que chama atenção eleitoralmente analisando, são os números pífios alcançados pelos que prestaram solidariedade e presença física desde os primeiros momentos da prisão de Lula. Emanuela D´ Àvila, do PCdoB tem 2% das intenções de voto e Guilherme Boulos, do Psol, tem 1%, sinal que não é somente a solidariedade a Lula que conta para intenções eleitorais futuras.

Coberto pelo manto de vítima desde que sua história de retirante do Nordeste começou a ser contada, Lula foi de figura folclórica à histórica, com direito a ser diferente inclusive quando se trata de cumprimento da Lei, já que estendeu por sua conta própria o prazo para entrega à justiça.

Com essa imagem ainda predominante do ex-presidente, dele se aproximam ou a ele defendem, os que  também aguardam por herdar seu patrimônio eleitoral. A julgar pela pesquisa e bastidores políticos, o candidato do PDT, Ciro Gomes espera “surfar” nessa onda.

Chama atenção também na pesquisa, o desempenho de Marina Silva, da Rede. Ausente do cenário, sem nenhuma mudança de discurso, com o vitimismo  presente em sua fala, ela encosta em Jair Bolsonaro, do PSL, nos cenários em que Lula não aparece. Bolsonaro aparece com 17% enquanto Marina tem entre 15 e 16%.

A margem de erro apresentada pela pesquisa é de dois pontos para mais ou menos. Com candidatos ainda sequer definidos, é cedo para fazer qualquer projeção quanto ao cenário eleitoral desse ano mas, há de se supor que os partidos “pequenos” ou menos conhecidos estão ocupando um espaço histórico.

Além de Marina e Bolsonaro, aparece bem colocado para quem nunca teve o nome em pauta e ainda não admitiu publicamente sua candidatura, o ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa, que filiou-se ao PSB. Ele aparece com percentual entre 9 e 10% enquanto Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo, do PSDB, tem entre 7 e 8%.

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