O governo de Santa catarina começa nesta sexta-feira a distribuição de duas novas remessas de vacinas contra a Covid-19, um total de 157.250 doses.
08/07/2021 21:09

O governo de Santa catarina começa nesta sexta-feira a distribuição de duas novas remessas de vacinas contra a Covid-19, um total de 157.250 doses.  O primeiro lote, com 122.850 doses da Pfizer, chegou ao aeroporto de Florianópolis às 18h15. O segundo lote, com 34.400 doses da vacina Coronavac, tem previsão de chegar à Capital por volta das 23h50 desta quinta-feira. Com isso, o estado soma um total de 5.194.030 doses recebidas desde o início da vacinação.

“Atualizamos o nosso calendário para que até o fim de agosto todos os moradores acima de 18 anos de Santa Catarina tenham recebido pelo menos a primeira dose e estamos empenhados para cumprir esta meta. As doses já serão distribuídas nesta sexta para que os municípios deem continuidade ao cronograma e avancem nas faixas etárias”, ressalta o governador Carlos Moisés.

Serão enviadas para as 17 centrais regionais, para entrega aos municípios, metade das doses recebidas da vacina Coronavac (17.200) para aplicação da primeira dose (D1). A outra metade ficará armazenada na Rede de Frio Estadual para garantir a aplicação da segunda dose (D2) no intervalo adequado de 28 dias.

Com relação às vacinas Pfizer, todas as doses recebidas nesta remessa (122.850) serão distribuídas para aplicação da D1.

As vacinas recebidas nesta quinta-feira serão utilizadas para dar continuidade à vacinação da população em geral por faixa etária, além do grupo dos trabalhadores industriais. Para isso, os municípios devem destinar 30% das doses recebidas para a vacinação dos trabalhadores industriais e 70% para a população por faixa etária.

O diretor de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina , João Augusto Brancher Fuck, explica que como o cálculo de doses enviadas nesta e na última remessa tem considerado as pessoas residentes nos municípios e não o local de trabalho, a vacinação de ambos os grupos deve ocorrer por município de residência. “O trabalhador industrial que mora em Schroeder, por exemplo, mas trabalha em Joinville, deve receber a vacina em Schroeder”, esclarece o diretor.

(com foto/Júlio Cavalheiro/Secom)

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