Matéria distribuída ontem via redes sociais gerou nota oficial da campanha do candidato classificando-a de fake news
02/10/2018 06:50

A denúncia entregue ao Ministério Público Federal em Chapecó sobre suposto enriquecimento ilícito do candidato do PSD ao Governo, Gelson Merísio teve novo capítulo ontem.

Matéria publicada pelo site "The intercept", originou nota oficial da assessoria de Merísio classificando a informação como  "fake News".

A matéria é sobre uma rede de negócios que envolve pelo menos oito centrais hidrelétricas que pertenceriam a uma empresa de Merísio e que os recursos não seriam compatíveis com o patrimômio declarado à justiça eleitoral.

Na nota, Merísio garante tratar-se de "migração do patrimônio da família, resultado de 30 anos de trabalho, para fins de sucessão patrimonial, o que envolve a esposa e os filhos". Ele admite  que a  empresa de adnministração patrimonial adquiriu, participação em PCHs como investimento futuro, em empreendimentos que ainda não saíram do papel.

E garante: "não há absolutamente nada de errado nisso".

Confira a nota na íntegra: 

*Novos ataques: Merisio esclarece mais uma fake news*

É lamentável que, na reta final da campanha, sejam construídas histórias mentirosas para prejudicar a imagem e a idoneidade de Merisio e de sua família. É o que acontece desde a última sexta-feira, quando começaram a circular na internet informações falsas sobre o patrimônio do candidato a governador da coligação Aqui é Trabalho, Gelson Merisio.

Para combater essas mentiras, e em respeito ao eleitor catarinense, o candidato faz questão de esclarecer os fatos:

Em 2014, para organizar a sucessão patrimonial para seus filhos e esposa, Merisio migrou o patrimônio da família, construído em 30 anos de trabalho e composto ainda por herança recebida de seu pai, para uma empresa de administração patrimonial, a MANG (iniciais dos nomes da esposa, Márcia, dos filhos Arthur e Nicole).

É preciso ficar claro que não existe ocultação de patrimônio, uma vez que tudo está exposto nas declarações do candidato e na da esposa (casados em regime de comunhão universal de bens) e que o patrimônio é absolutamente compatível com a renda e o histórico familiar.
A empresa adquiriu, sim, participação em PCHs como investimento futuro, em empreendimentos que inclusive ainda não saíram do papel. E não há absolutamente nada de errado nisso.

Merisio jamais se utilizou da estrutura pública para enriquecimento ilícito. Nas três oportunidades em que foi presidente da Alesc, não houve conflitos de interesse ou legislação em causa própria. Basta verificar o histórico de projetos e ações do deputado à frente do Legislativo.

Por fim, Merisio afirma: “Entendo que toda investigação sobre quem decide entrar na vida pública é necessária e fundamental. Mas isso precisa ser feito com verdade e respeito”.

*Coligação Aqui é trabalho*

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