Coordenador de controle interno da Afasc disse ontem à CPI que não havia contrato formal para o recebimento dos alimentos, nem recebimento formal de mercadorias, nem comunicação ao setor de compras e nem setor de licitação
10/12/2019 10:35

O coordenador de Controle Interno da Afasc, Juarez Medeiros, em seu depoimento ontem na CPI confirmou o que já havia sido antecipado pelo diretor da instituição: Adriano Boaroli, sobre não haver controle.

Boarolli disse que não havia contrato formal para o recebimento dos alimentos. Medeiros disse não haver recebimento formal de mercadorias, nem comunicação ao setor de compras e nem setor de licitação. Juarez Medeiros afirmou estar implantando medidas de controle não existentes.

 O ponto positivo é que está acontecendo a correção mas, há de se levar em consideração que o fato não é normal em nenhuma empresa constituída, quanto mais em uma instituição que lida com recurso público.

O inquérito Policial apontou desvio de mais de 14 toneladas de carne somente neste ano. Não se sabe se isso aconteceu em anos passados e nem se caso não estivesse estourado a denúncia, não estaria ainda acontecendo. As falhas apontadas são graves. Resta agora saber como será recuperado o prejuízo afinal, é recurso do contribuinte que está em jogo.

 Na reunião de ontem, da CPI da Afasc, foram encaminhadas oitivas para 2020. O responsável pelo setor de compras e pagamentos da Afasc e a ex-coordenadora da Associação, Letícia Vieira, serão ouvidos no próximo ano, quando retornam os trabalhos da Comissão.. As proposições foram dos vereadores Aldinei Potelecki, do PRB,e Edson Luiz do Nascimento, do PP respectivamente.

Foi solicitado envio de expediente à Afasc questionando os valores de ações trabalhistas pagas de 2013 a 2016 e de 2017 a 2019, pelo vereador Arleu da Silveira, do PSDB. 

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