O candidato do PSL entrou em uma " aventura", em condições desfavoráveis e está em condições de ser eleito governador
23/10/2018 09:02

O candidato ao Governo de Santa Catarina pelo PSD, Gelson Merísio planejou nos mínimos detalhes o caminho para chegar ao Governo do Estado.

Da experiência acumulada desde a presidência da Associação Empresarial de Xanxerê, passando pela Federação das Associações Comerciais, Conselho do Sebrae, até o início da vida pública como deputado estadual, passando também pela presidência da Assembléia.

Merísio enfrentou lideranças no próprio partido, se organizou politicamente e com estrutura. Saiu dos 6% na pesquisa alcançando 31,12%, o primeiro mais votado no segundo turno, o que mostra sua determinação para colocar em prática todo o preparo visando a ocupar a cadeira de Governador.

Por outro lado, o Comandante Moisés, que é Bombeiro Militar, nunca disputou cargo político e de certa forma, entrou em uma "aventura" ao colocar seu nome à disposição de um partido que a princípio teria por maior objetivo bases de campanha para a eleição de Jair Bolsonaro para a presidência.

O PSL, era até então desconhecido, com pouca expressão, e com infraestrutura de campanha reduzida. A onda Bolsonaro no entanto, transformou-se em " tsunami" e levou Moisés ao segundo turno com reais chances de eleição para administrar o Estado.

Há um ditado redundante que alerta: " a eleição só acaba quando termina". Isso porque, não há como afirmar vitória antes da proclamação oficial mas, a continuar no ritmo acelerado que se detecta, Moisés pode de fato tornar-se o próximo governador.

Confirmado tal resultado, será essa a eleição mais fora do comum registrada nos últimos tempos em Santa Catarina. Da noite para o dia, Moisés, que foi corajoso ao colocar-se à disposição em condições desfavoráveis, tornou-se o "azarão" do pleito.

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