Antes de determinar a colocação de quatro Praças de Pedágio no Sul, deveriam ser analisadas as condições oferecidas ao usuário que sequer tem caminho alternativo, como acontece em países como a Itália
08/10/2019 08:46

A quantidade de Praças de Pedágio no Sul entrou novamente em pauta na última semana em reunião na presidência da Assembleia com representantes da Agência Nacional de Transportes Terrestres. A intenção continua a mesma contestada ano passado, com quatro praças e o argumento dos deputados é que sejam levadas em consideração as condições sócio econômicas da região.

Longe de comparações com o que acontece no exterior até por questões não somente de tempo mas também socioeconômicas mas, na Itália por exemplo, o pedágio é cobrado por quilômetro rodado. A tarifa não pode ser considerada barata mas por lá, existem opções de caminhos alternativos, o que por aqui não acontece.

Mais que isso, observam-se por lá não somente inúmeras obras de grande porte como elevados e túneis mas a manutenção constante, além e atendimento rápido ao usuário em qualquer emergência. Para começo de conversa, no Brasil, a concessão de pedágio deveria obedecer em primeiro lugar ao cumprimento de regras, haja vista o exemplo do anel de contorno viário de Florianópolis, obra de compensação obrigatória da concessionária de pedágio e que está há anos atrasada e o pedágio continua em cobrança.

Se não há como comparar preços entre as concessões nos dois países por motivos óbvios, haveria de pelo menos espelhar-se para que o serviço pudesse ter regras mais rígidas e atendimento melhor à população, que paga a conta. 

 

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