As associações empresariais do Extremo Sul encaminharam hoje documento à presidência da Celesc, solicitando que a Regional de Criciúma não se torne "núcleo" de Tubarão.
18/02/2019 20:32


 As associações empresariais do Extremo Sul encaminharam hoje documento à presidência da Celesc, solicitando que a Regional de Criciúma não se torne "núcleo" de Tubarão. 

A carta também será entregue amanhã, em reunião marcada em Florianópolis, entre a comitiva das regiões Carbonífera e Extremo Sul e o presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins.
 
A solicitação das entidades empresariais está pautada nos dados representativos alcançados pela regional de Criciúma, que concentra o maior consumo de energia da região, que compreende a Associação dos Municípios da Região Carbonífera e do Extremo Sul Catarinense, obtendo os melhores índices de desempenho nos últimos anos, com uma arrecadação em torno de R$ 700 milhões/ano.
 
O documento destaca “que a decisão da Celesc de instalar a agência macrorregional em Tubarão, e não em Criciúma, deve ser tomada levando em consideração critérios técnicos, faturamento, área de abrangência, população, número de consumidores entre outros, uma vez que esta mudança ocasionará dificuldade de atendimento, gerando prejuízos econômicos e sociais para os consumidores.

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