O enfrentamento em Criciúma no entanto, pode ter ainda um ingrediente inesperado: um candidato que tenha o “selo” do presidente Jair Bolsonaro.
01/11/2019 09:26

A declaração do prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, em entrevista à coluna, de que é pré-candidato à reeleição em chapa com o PSD como vice, não somente confirmou uma das chapas para as eleições de 2020 como mexeu no cenário ainda sem adversário para o prefeito. Com o PSB e o Republicanos praticamente definidos a seu favor, Salvaro larga na frente na disputa e ainda com vantagem.

O jogo no entanto, envolve ainda os prováveis partidos que devem lançar candidatos a prefeito: PP, DEM, PSL, PDT, MDB, PT e o PL que tem pré-candidato mas também inclinação pela chapa de Salvaro.  Para o atual prefeito, quanto mais divisão dos adversários, o cenário apresenta-se mais favorável a ele.

No que se apresenta, dificilmente haverá união de todos, a citar como exemplo a desastrosa coligação do MDB com o PP em Criciúma em 2016. O eleitorado já sinalizou que não vai votar por votar e que não aceita certas “misturas”. Se divididos, diminuem ainda mais as oportunidades, a não ser por algum nome com envergadura, credibilidade e que seja novo o suficiente para vencer a atual máquina, que vai ficar ainda mais forte com as obras previstas para o próximo ano em andamento em plena campanha eleitoral.

O enfrentamento em Criciúma no entanto, pode ter ainda um ingrediente inesperado: um candidato que tenha o “selo” do presidente Jair Bolsonaro.  Não se sabe de que tamanho ainda está a onda que invadiu o Brasil e em especial Santa Catarina, em 2018 mas, seria pelo menos algo novo no cenário da cidade.

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