Havia necessidade de seis assinaturas para protocolar a Comissão e oito vereadores subescreveram, entre eles, dois do PSDB, partido do prefeito e um do DEM, da base de Clésio Salvaro no Legislativo
09/04/2019 08:50

A decisão dos Conselhos Administrativo e Fiscal do CriciúmaPrev, de encaminhar denúncias de possíveis irregularidades no processo de aprovação do parcelamento da dívida da prefeitura com o CriciúmaPrev gerou na última semana, Inquérito Civil do Ministério Público e ontem, pedido de CPI na Câmara de Vereadores.

Para que pudesse ser protocolado, ao requerimento, de autoria dos vereadores Júlio Kaminksi, do PSDB, Ademir Honorato, do MDB e Zairo Casagrande, do PSD, seriam necessárias ao todo, seis assinaturas. Foram oito no total.

Os rumores de que uma CPI seria instalada na Câmara rondavam há tempos os bastidores mas, a hipótese se diluía na maioria absoluta do prefeito Clésio Salvaro no Legislativo. O fato gerou correria ontem nos bastidores da Câmara, inclusive de aliados do Paço tentando compreender a situação. O requerimento será lido hoje em plenário e a informação de constituição oficializada.

Depois disso, cada bancada terá 24 horas para indicar seus representantes e no prazo de dez dias será marcada a primeira reunião.Entre os itens sob investigação propostos pela CPI, a ausência de parecer do Conselho quando do Parcelamento relativo ao período de 2017/2018, inexistência de valores e falta de pagamento de valores devidos ao CriciúmaPrev por parte da prefeitura.

Entre os vereadores que assinaram a CPI, Júlio Kaminski, que é do PSDB mas já foi convidado a se retirar da sigla, Dailto Feuser, que também é do PSDB, e Diego Goulart, suplente, do DEM e que está na cadeira deixada por Alisson Pires, do PSDB, e que foi convidado a abrir a vaga depois de abster-se em votação na Câmara.

 

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