Caso o presidente Jair Bolsonaro de fato concretize sua saída do partido tendência é que maioria das lideranças migrem com ele. Em Santa Catarina a conta é que deputados estaduais também não permaneceriam no PSL
09/10/2019 19:08

Detalhe importante no vídeo que provocou toda a crise no PSL foi o fato de o homem para o qual o presidente Jair Bolsonaro pediu para “esquecer o PSL”, ter se apresentado como pré-candidato a prefeito pelo partido em Recife.

O PSL era uma sigla totalmente desconhecida e com forças mais que limitadas até as eleições do ano passado, com a filiação de Jair Bolsonaro e a formação de uma onda que varreu o país e elegeu muitos que sequer haviam participado de processo político, a exemplo do Governador de Santa Catarina, Carlos Moisés.

Para as eleições do próximo ano, a aposta é que a onda se mantenha e eleja surpreendente número de prefeitos Brasil afora. Foi esse o sentimento do apoiador de Bolsonaro que se apresentou como pré-candidato ao PSL e é esse o sentimento de muitos pré-candidatos a prefeito ou vereador pelo partido. A exemplo em Criciúma, de Ademir Honorato, do MDB e Júlio Kaminski, do PSDB, que analisam a migração à sigla de “Jair Bolsonaro”.

O PSL é o presidente Jair Bolsonaro. Caso  de fato concretize sua saída do partido, a maioria migra com ele  e deixa para trás lideranças como o próprio Governador Carlos Moisés, que deve ficar com minoria inclusive na Assembleia. Aberta a janela, a maioria dos deputados deve deixar o partido.

E isso é comprovado quando deputados estaduais, em meio a  crise de Moisés com os deputados Jessé Lopes e Ana Campagnolo se declararam a favor do presidente Bolsonaro. Ele é a onda. 

 

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