Em carta a correligionários, o deputado João Amin, do PP, diz que se espanta com decisão da sigla, de fazer parte do Governo de Carlos Moisés da Silva, do PSL, classificando como desastroso o segundo ano de mandato.
12/01/2021 17:00

Em carta a correligionários, o deputado João Amin, do PP, diz que se espanta com decisão da sigla, de fazer parte do Governo de Carlos Moisés da Silva, do PSL, classificando como desastroso o segundo ano de mandato. No texto, ele cita a compra dos respiradores e diz que vai manter posição de independência na Assembleia.

A bancada do PP tem três deputados: Altair Silva, que vai assumir a Secretaria de Agricultura, José Milton Scheffer, que será líder do Governo e João Amin, que não concorda com os encaminhamentos. A saída de Altair Silva do Legislativo Estadual possibilitará ao suplente, Sílvio Dreveck assumir como deputado, indicando maioria da bancada para a base de Moisés.

CONFIRA NA ÍNTEGRA A CARTA DE JOÃO AMIN

Prezados amigos Progressistas,


O motivo desta carta é externar minha opinião sobre o nosso rumo. Bom navegador, independente do vento, sabe aonde quer chegar.
Recebo, com nenhuma surpresa, a notícia que o Governador Moisés quer a contribuição de dois Deputados do nosso partido para o seu Governo. As funções de Líder do Governo e Secretário de Agricultura são importantes e contariam com dois excelentes quadros políticos do nosso time.


A surpresa, ou espanto, seria o nosso “aceite” para essa missão. Óbvio que omissão não faz parte do nosso vocabulário. O nosso Estado de Santa Catarina está acima de tudo. Porém, me espanta fazermos parte de um Governo que atacou tanto a política e os políticos, se montou com pessoas desqualificadas, ditas “técnicas”, e fez um segundo ano de mandato desastroso.

A suspeita compra dos respiradores é apenas um capítulo desta triste novela.


Com relação a minha atuação na ALESC, continuarei exercendo o papel que as urnas me obrigam. Atuando com independência e votando a favor do Estado e, não do Governo, nas propostas que acredito boas para os catarinenses.

Um abraço, João Amin

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