Uma das ações estratégicas já definidas, conforme Laércio, é a obrigação política do partido em ter uma candidatura para federal que possa contrapor aos que hoje representam a região.
15/07/2021 14:56

Motivação com o cenário nacional tem trazido para a militância do Partido dos Trabalhadores (PT) muita animação para a disputa das eleições de 2022. Os pré-candidatos ainda não foram definidos oficialmente, porém, com muito diálogo, a sigla aguarda definições da lei eleitoral para confirmar quais os nomes encaram o pleito do ano que vem para representar a região carbonífera.

A informação é do presidente do partido em Criciúma, Laércio da Silva. Segundo ele, o PT deve ter dois nomes para estadual e um para federal. Mas, o perfil do candidato será determinado de acordo com a lei eleitoral aprovada para a eleição. “É muito precoce falar de nomes, vamos decidir de acordo com a melhor estratégia. Não descartamos nomes já experimentados e também a renovação”, pontuou.

Uma das ações estratégicas já definidas, conforme Laércio, é a obrigação política do partido em ter uma candidatura para federal que possa contrapor aos que hoje representam a região. “Os deputados federais da nossa região votam contra o trabalhador e contra os direitos dos trabalhadores, então, sabemos da nossa obrigação de colocar alguém com um papel fundamental de defender o trabalhador”, disse ele.

Os nomes que figuram nas discussões do partido (que tem sido realizadas virtualmente em função da pandemia), como pré-candidatos ainda não foram definidos oficialmente, porém, despontam para concorrer uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina o nome de Júlio Bittencourt que foi candidato a vice de Chico Baltazar, em Criciúma e para federal o nome do vereador e presidente da Câmara de Forquilhinha, Célio Elias. O PT ainda tem entre os prováveis concorrentes Milton Mendes de Oliveira, José Paulo Serafim, Chico Baltazar, Décio Góes e o médico Lauro Nogueira, de Içara.

Conforme o presidente, o partido está vivendo um bom momento político. “Estamos em um momento de muita esperança, quando conseguimos ver o Lula sendo solto e podendo voltar ao cenário nacional. Isso reacende a militância. Não estamos vendendo esperança na base do nada, vamos falar de experiências que deram certo, sabendo que a maioria da população não está filiada a nenhum partido e muita gente que fez outra escolha nas últimas eleições já mostrou a humildade de se arrepender em nossa cidade”, resumiu.

 

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