O advogado da Afasc, Alexandre Barcelos João, confirmou na coletiva que não há uma central de recebimento. Os alimentos são entregues nas 32 creches do município
29/10/2019 08:40

O caso do suposto desvio de carne da merenda escolar de mais de 5 mil crianças atendidas pela Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma ganhou mais um capítulo ontem, uma semana depois da Operação “Bocas Famintas” que prendeu duas pessoas, entre elas a nutricionista da instituição.

A direção da Afasc, em entrevista coletiva garantiu que nenhum item da merenda faltou às crianças e que ainda investiga o que de fato ocorreu. Para isso, foi contratada uma auditoria e uma tomada de contas especial que deve detalhar os fatos.

Quando do início da operação, a Polícia indicou que pelo menos uma tonelada de carne teria sido sido desviada. O advogado da Afasc, Alexandre Barcelos João, confirmou na coletiva que não há uma central de recebimento.

Os alimentos são entregues nas 32 creches do município e o controle de recebimento, segundo ele, ficava com a nutricionista, responsável também pela elaboração do cardápio.

Por ora, o que há de concreto em todo esse caso, principalmente se comprovada alguma irregularidade, é a necessidade urgente de revisão no modelo que opera hoje na Instituição, com melhorias no controle interno.

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