Em nota ao site, vereador apresenta os motivos que o levaram a realizar solicitação via requerimento na Câmara de Vereadores
28/01/2019 21:07

Em contato com o site, o vereador Júlio Kaminski, do PSDB, que defendeu na Câmara de Vereadores de Criciúma no ano passado o "Distrato" com a Aresc, confirmado nesta tarde pelo prefeito Clésio Salvaro, do PSDB, apresenta os motivos que o levaram a concretizar a solicitação via requerimento.

Para o vereador, há de se levar em consideração a "peculiaridade", para apuração do custo da água na cidade. "O pagamento deve ocorrer mediante consumo e não pela "disponibilização", defende kaminski.

O segundo aspecto abordado pelo vereador é quanto ao tratamento "unilateral"da tarifa de esgoto:

 Confira a nota na íntegra:

 "Tenho defendido o rompimento do contrato com a aresc porque ela não faz seu trabalho adequadamente, encaminhamos requerimento pedindo o distrato imediato em 11/10/2018,

Por diversas razões.Para se regular algo precisa conhecer a realidade do local.

 São dois focos: o primeiro és cobrança efetiva do consumo da água. 

Em Criciúma temos a peculiaridade da gravidade, devendo seu verdadeiro custo ser apurado, não podemos tratar desiguais com igualdade. O pagamento deve ocorrer mediante o consumo e não pela disponibilização.

Segundo aspecto : a tarifa de esgoto não pode ser tratada unilateralmente, o prefeito da época simplesmente concordou em tarifar o esgoto em 100% sem o menor critério. 

Discordamos e reconhecemos que deve ser, imediatamente, reduzido aos patamares já divulgados. 

 A cidade não pode pagar a conta dos outros municípios. Se a prestadora de serviços não consegue apresentar os dados de nossa cidade, devemos suspender  os pagamentos até uma demonstração aceitável do quantun pode ser cobrado. 

 Ademais, ao se tratar de custo operacional para fixar uma tarifa mínima deve ser considerado a estrutura local e não por meio de rateio, como se pratica hoje em todas as localidades atendida pela Casan."

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