Durante a assembleia, categoria votou e aprovou, por unanimidade, uma possível operação padrão caso as negociações com o governo não avancem. Nessa "operação tartaruga" os policiais fazem apenas o essencial.
30/01/2020 16:41

O protesto promovido pela Associação dos Praças de Santa Catarina, a APRASC, em Florianópolis nesta tarde, reuniu, segundo a organização, mais de dois mil praças, policiais e bombeiros militares.

A ação aconteceu na Associação Catarinense de Medicina de onde os militares caminharam até o Centro Administrativo gritando palavras de ordem, com apitos, nariz de palhaço, cornetas e faixas. 

 Eles reivindicam ao Governador Carlos Moisés a reposição inflacionária.

 Durante a assembleia, categoria votou e aprovou, por unanimidade, uma possível operação padrão caso as negociações com o governo não avancem. Nessa "operação tartaruga" os policiais fazem apenas o essencial, atuando somente se todos os requisitos de segurança estiverem em dia.

 "Vamos torcer para que as negociações avancem. Mas o praça perdeu a paciência", destacou o presidente da APRASC, João Carlos Pawlick, que nessa sexta-feira se reúne novamente com o governo.

 A categoria reinvidica a incorporação do Iresa, que é uma indenização para quem está na ativa, a reposição inflacionária e a equalização na alíquota da proteção social dos praças. 

 Há seis anos sem reposição, a categoria anuncia 37% de perdas inflacionários e 40% no poder aquisitivo dos servidores.

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