Dívida é referente a eleição de 2008 e é apontada por vereador como motivo para não permanecer na sigla
27/05/2019 07:04

A situação do MDB de Criciúma, com uma dívida de quase R$ 1 milhão, é um dos motivos citados pelo vereador Toninho da Imbralit para estabelecer prazo para permanecer no partido até março.

O vereador expôs a situação, ao ser questionado pela coluna na sexta-feira, durante o Fórum Parlamentar Catarinense na Associação Empresarial da cidade.

Para ele, há necessidade de o MDB reestruturar-se, com a expectativa de eleição de três ou quatro vereadores em 2020, além de encaminhar a situação da dívida, que surgiu após a eleição de 2008, quando Acélio Casagrande foi candidato a prefeito.

O credor de material de campanha, entrou na justiça e ganhou a ação, acumulando dívida ao partido. Não há, segundo advogados ligados ao direito eleitoral, a possibilidade de impedimento de nominatas de candidatos em razão do fato.

A situação no entanto, provoca certo desconforto, principalmente se o partido tiver candidato a prefeito.

Talvez esteja aí também o motivo de o próprio ex-governador Eduardo Moreira ter sido “desmotivado” a aceitar o convite para ser presidente do partido em Criciúma.

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