O prefeito está impedido por lei de criar despesas um ano antes da eleição. Isso faz pensar que a criação de uma autarquia como o Samae, deva estar resolvida até setembro deste ano, com toda a estruturação, incluindo a aprovação na Câmara de Vereadores.
30/04/2019 14:14

Há um detalhe que passa despercebido mas que pode influenciar na questão rompimento do contrato entre a prefeitura de Criciúma e Casan. O prefeito está impedido por lei de criar despesas um ano antes da eleição. Isso faz pensar que a criação de uma autarquia como o Samae, deva estar resolvida até setembro deste ano, com toda a estruturação, incluindo a aprovação na Câmara de Vereadores.

Isso, se o plano for o Samae e não licitação para que uma nova empresa cuide do serviço na cidade.

 O fato, acrescido da multa que pode chegar a R$ 200 milhões e a questão de necessidade de compra de água da Barragem do Rio São Bento, podem ser decisivos nas intenções do prefeito Clésio Salvaro, do PSDB, de bater o martelo acerca do assunto.

A conferir se de fato o prefeito vai insistir no rompimento do contrato que pode gerar também uma guerra judicial.

 

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