O acordo firmado entre a Diretoria da Celesc e os deputados estaduais confirmou duas teses: a retirada do Núcleo de Criciúma foi decisão mais política do que técnica, e o governo de Carlos Moisés, do PSL, pelo menos por ora, está mais preocupado em fazer maioria na Assembleia do que agradar lideranças em municípios.
20/02/2019 10:35

Decisão tomada, Celesc não abre mão de instalar o Núcleo Sul em Tubarão apesar da mobilização de mais de 50 lideranças da região no gabinete do presidente Cleicio Poleto Martins na manhã de ontem.

O anúncio feito ao término da audiência, parecia um balde de água fria e soou como descaso com líderes da Amrec e Amesc que se esmeraram em discursos inflamados para convencer a diretoria sobre a importância da reivindicação.

Prefeitos, vereadores, presidentes de cooperativas... todos saíram cabisbaixos sem imaginar que uma hora depois, a decisão da Celesc seria revertida.

O acordo firmado entre a Diretoria da Celesc e os deputados estaduais confirmou duas teses: a retirada do Núcleo de Criciúma foi decisão mais política do que técnica e, o governo de Carlos Moisés, do PSL, pelo menos por ora, está mais preocupado em fazer maioria na Assembleia do que agradar lideranças em municípios.

O diálogo com os deputados foi a sinalização clara do cenário.

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