Há de se levar em consideração o que o novo governo, eleito com o lema transparência, não à corrupção e inovação nas atitudes, vai modificar concretamente no cenário para evitar tragédias como a que abateu também Mariana há três anos
27/01/2019 19:43

A tragédia que se abateu sobre Brumadinho é o assunto que domina os noticiários em todo o país desde sexta-feira, e não poderia ser diferente. Mais uma vez, a solidariedade do povo brasileiro é demonstrada e todas as atenções estão voltadas para Minas Gerais.

Há de se levar em consideração no entanto, o que o novo governo, eleito com o lema transparência, não à corrupção e inovação nas atitudes, vai modificar no cenário. Isso porque, há três anos aconteceu em Mariana o que até sexta-feira era considerado o maior desastre ambiental do país, com mortos e desaparecidos, pessoas sem trabalho, sem água e que perderam também sua história em meio a lama.

O rompimento da Barragem  de Mariana, que também tinha a Vale como sócia, já era quase página virada na história, com pouca evolução concreta para evitar acontecimento semelhante. Um governo só será de fato diferente quando tiver coragem de bancar leis que tenham como conseqüência fiscalização e punição atingindo a todos, independente do valor em impostos que gerem ou da campanha que financiam.

Hoje, após reunião do gabinete de crise, o Ministro Chefe de Segurança Institucional, Augusto Heleno, declarou que há intenções de mudança no protocolo de licenciamento para as barragens. Há de se começar por aí, com regras rígidas e que de fato precisem ser cumpridas, sujeitas a punição severa caso não o façam.

Quando o assunto é a tragédia de Brumadinho, o Governo de Jair Bolsonaro, do PSL, abandonou a torre de babel, identificada na última semana. O que se percebe é a união de forças, com foco na busca de soluções para mais esse triste acontecimento no Brasil.

O governo de Bolsonaro aliás, não pode ser apontado como responsável pelo rompimento de uma barragem, com apenas 25 dias no poder.

Caso, no entanto, ele estivesse administrando o Brasil há três anos e nenhuma providência concreta para evitar novos desastres tivesse sido tomada aí o quadro poderia seria diferente.

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